CANÇÕES PARA TFM

ESTAS CANÇÕES SÃO PARA O MILICO VIBRAR DURANTE A CORRIDA DO TFM




Audaz infante, porque tu corres tanto?
Onde vais com o teu fuzil na mão? 
Correndo eu vou lutar em cada canto, 
Em cada ponto deste amado chão 

Diga infante, porque está tão sujo? 
Não sente asco deste barro não ?
Sinto orgulho desta terra suja
Que o futuro espelha esta grande nação 
O Infante foi ao inferno
foi buscar o satanás
comeu a carne das almas
Jogou os ossos para trás
E perguntou para o capeta
Se acabou ou se quer mais
Missão louca como essa só o Infante é capaz 



Ele trás no coração
É de fibra é de fé
Coragem e determinação
Ele é poço de virtude
É coragem e bravura 
Carregando o seu fuzil
Vai gritando a peito aberto 
O meu uniforme já não cabe mais brevê
O primeiro foi o de guerreiro PQDT
Altitude elevada quase viro homem aranha
Com garra e coragem virei guia de montanha
Sobrevivi na selva meu Deus quase que eu morro
Chapéu de palha e barba grande
Mais pareço um vagabundo
Mas eu sou um FE o melhor soldado deste mundo. 

Sertão
Caatinga
É o campo de batalha
O dedo no gatilho
E o fogo da metralha
Perigo é alegria a vontade é o meu poder
Sertão
Caatinga
Fui numa festa de Pára-quedista
O MS foi quem convidou
A meia noite teve salto livre
Salto enganchado foi que mais rolou
Quase no fim da festa
No céu era só eu e Deus 
Vou buscar o meu Capitão
Se eu morrer de um acidente
Vou buscar o meu Tenente
Vou buscar o meu Sargento
Mas se eu morrer no acampamento 
Que morava em Marechal 
Que PQDT é muito mal
A meu Deus o que vou fazer 
Quem te ensinou a atirar! 
Ou o sargento auxiliar!
Eu não tenho amor! 
O Fuzileiro, o Fuzileiro 
Com quarenta cangaceiros 
E dominaram os patrulheiros!
Fez um baile em Cajazeira 
Deita, rola, torna a rolar
Infante sem poeira é transgressão disciplinar!
Coisa ruim o quê que é?
É um soldado sem mulher!
E o Domingo o quê que é isso? 
Treme toda região
E o Infante quando passa 
Todo homem que sabe o que quer 
A comida, a bebida, a mais justa medida! 
É de sabiá (tropa)
É de sabiá  (tropa)
É de sabiá (tropa)
Perereca não tem rabo 
É de sabiá (tropa)
Quem casar com mulher feia 
É de sabiá (tropa)
Quem casar com mulher bonita 
Tem a testa pra cuidar 
Sempre a lutar
O nosso objetivo
É a vitória conquistar
O sangue novo do batalhão
É mais pujante no ( 1 ou 2 Pelotão) 
A garra deste núcleo (Pel) 
É só puxar o cordão e parará o trem 
É só puxar o cordão e parará o trem 
É só puxar o cordosk e parará o trosk 
É só puxar o cordosk e parará o trosk 
A festa estava boa, estava boa a brincadeira
Seu Cachangá era o tocador
Pisa na fulô, pisa na fulô, hei!
Pegar seu par e também sair dançando
Até vovó pegou na mão de vovô
Disse meu velhinho vamos pisar na fulô
Pisa na fulô, pisa na fulô, hei!
E molhe a minha sogra aquela velha aloprada
E molhe o meu sogro aquele velho cachaceiro 
E mesmo assim levanta pela vibração 
Casar com mulher feia, mulher feia não convém 
Eu não quero me assustar com a feiura de ninguém
Casar com mulher linda, mulher linda não convém 
Eu não quero minha cabeça de cabide pra ninguém
Casar com mulher pobre, mulher pobre não convém 
Eu não quero sustentar os parentes de ninguém
Casar com mulher rica, mulher rica me convém 
Eu quero estourar a poupança de alguém
O infante deita e rola
Essa é a vida que eu queria 
Tem um metro de altura
Pesa 120 Kg
Do que esta criatura
Não sei o que vou fazer
Se padeço a vida inteira 
Mais não conte para ninguém
Do aluno (Sd) pro sargento grande diferença tem
É desses coturnos bom 
Ele compra o que quiser
Faz a feira no Domingo
Daquele bem da ralé
Paga passagem de ônibus
Com meu fuzil minha farda de selva 
Da melhor arma de uma nação 
A tropa de elite da guarnição
Seus veteranos voltaram da guerra 
Na guerra
Nos campos de batalha 
O fogo da metralha 
A vontade é meu poder 
É a gloria de vencer 
Eu quero encontrar
Uma patrulha inimiga que saiu a patrulhar 
E eu com fuzil e metralhadora na mão
Ô O O Sou infante vibrador
Ô O O Sou infante vibrador
A A A se o inimigo eu encontrar
A A A o inimigo eu vou matar 
Quebra lá que eu quebro cá (guia) 
Quero ver quebrar (tropa) 
Quantos quilômetros vamos correr? 
E ser soldado desta guarnição 
Enquanto o bicho berra,
É Deus, no céu, e o infante aqui na terra. 
Era mole que nem geleia
E não tinha vibração
Só Deus sabe o que passei 
Tirante das pernas, bute !
A porta... já !
Um mil !
Dois mil !
Três mil !
Quatro mil !
Velame ! 
Essa noite eu vou sair, eu quero encontrar
Com uma turma de soldados, que saiu para patrulhar 
Se você quer vir conosco é só nos dar a mão
Eu quero lhe mostrar qual é o seu prazer
É ser um bom soldado nem que tenha que morrer. 
Ri mulherada que o Aluno (Sd) está aqui 
Chora mulherada que o aluno (Sd) vai embora
Essa tropa companheira
Que tem fibra e união 
Em uma Cia de um batalhão 
É o motivo desta emoção 
Lá na mesa de um barzinho 
Que dá força ao combatente 
No que eu vou lhe falar 
Os peixes saem do mar 
Se estiver dezoito anos
Já está convidado
Você vai se amarrar
Patrulheiro experiente
Para cumprir qualquer missão
Vai ficar habilitado
A turma aqui é prá valer 
E diz que é bom e diz que é bom 
Foi tanto chute, foi soco e pontapé
Ai que o PQD viu quem ele é
AI, AI, AI que amor de galho
Nesse galho tem um ninho
Todos eles mocorongo
Flexão no menorzinho
Ele fica logo esperto
E abandona logo o ninho
Minha vida é andar por esse brasil 
E o brevê eu vou lhe dar 
E seu preço é meu couro
É o carro correr na pista
O carro faltar o freio
O chofer faltar a vista
A chuva forte aumentando 
O Infante em cima gritando 
É dar dor de barriga forte 
Indo ou vindo para o norte 
E você doido aperreado
O motorista aloprado
Sem parar mais o transporte 
No ataque você toca horror
Ouvindo o tordoar
Avante... oh fuzileiro! 
Ou vão treinando para o nosso funeral.
Olhos atentos na zona de matar
Três guerrilheiros nós íamos emboscar 
De 110 e para-fal, na mão
Cabo mateiro era o homem guia
Na selva entramos para cumprir missão
O grupo de vigia avistou
Três guerrilheiros que vinham lá na frente 
Três guerrilheiros que estavam ali na frente 
Lá vem o guerrilheiro mau
E vai, e vai
A história de um guerreiro
Que vivia na selva
Há muito tempo atrás
Seu nome era temido
Sua fama era de mau
Seu tiro era certeiro
Que o desafiaram
Sem depois morrer
Se guerreiros querem ser
Ouça bem o que vou dizer
Sirva na Amazônia
E conquiste o seu brevê 
Os “guerra na selva” vão se divertir
Porque lá na selva eu vou dizer como é que é 
E eu vou dar um conselho
Para os amigos meus
Pra ser guerra na selva tem que ter é fé em Deus 
E um bom preparo
Pois quando a selva cobra ela cobra muito caro 
Cuide dos seus pés 
Tu que ordenaste ao guerreiro da selva 
Dai-nos hoje na floresta
A sobriedade para persistir
A paciência para emboscar
A perseverança para sobreviver
A astúcia para dissimular
E a fé
Para resistir e vencer
E dai-nos também, Senhor
A esperança e a certeza do retorno
Mas
Se defendendo essa brasileira Amazônia 
Que o façamos com dignidade
E mereçamos a vitória
Selva! 
uma história verdadeira
Ela fala de uma onça estampada da bandeira 
Cabo mateiro já avistou
Patrulha numerar, patrulha numerou
Minha caçada só começou
Mesmo em sigilo a selva é danada
E lá no socavão tinha uma emboscada
O sangue do inimigo espirrou em mim 
Patrulha congelar, patrulha congelou
Cabo mateiro já avistou
Patrulha numerar, patrulha numerou
Minha caçada só começou. 
Você precisa fazer algo
Pra que eu me orgulhe de você
Eu só quero que me traga
Uma onça em forma de brevê 
Sai cum cuai Qui / Aicum cuanquai 
Sai cum cuai Qui / Aicum cuanquai 
Eila xena, xena, xena ô, ô, ô!
Eila / Eila xena
Eila xena, xena xena ô, ô, ô!
Fiz amizade com um guerreiro zulu
O tal combatente era do tipo mais vibrão 
Gaba gaba gaba, iô iô iô iô iô iô iô 
Você diz que bateu em dez, eu bati em mais de cem
Só com minha presença fiz Mike Tyson tremer
Sou mestre de Kung fu, Tai-ken-dô e Karatê
A famosa capoeira na Bahia eu ensinei
Dei porrada no Bruce Lee, quebrei o braço do Cassius Clay 
Você diz que bateu em dez, eu bati em mais de cem
Eu fui lá no Japão encarar um Samurai
Você diz que bateu em dez, eu bati em mais de cem 
O famoso Incrível Hulk desmaiou dum tapinha que eu dei 
Você diz que bateu em dez, eu bati em mais de cem 




Diga-me infante, por que estás tão triste? 
Não tem saudades de parentes não ? 
Sinto saudade do meu lar meu ninho, 
Pensando nele, cumpro cada missão 


Não vou deter-te nem, mais um só segundo 
Prossiga a sua caminhada assim
Levando o nome do Brasil ao mundo
Audaz infante, infante até o fim. 






A blindagem de um Infante 






Que só mata o inimigo 
Que estiver a sua altura 



Cumpre sempre a missão 
Não importa o que for 
Não importa o sofrimento 
O desgaste e a dor 

Com moral sempre elevada 


Dando honras ao Brasil 





No combate ou na jornada 
Lutaremos sem temer
Do inimigo às emboscadas 
Para a pátria defender 
Serei um PQDT audaz
E não vacilarei jamais 
Estando em guerra ou em paz 
Sou um PQDT audaz 




Patrulhas e emboscadas hoje uso onça no gorro 
Novamente na brigada outro curso fui fazer
O curso era o comandos consegui o meu Brevê 



O sangue do inimigo é a glória de vencer 





Senti na pele aquela ventania 
Quando cheguei na porta do avião

A luz vermelha passa num segundo 
E a luz verde haja coração 



E rei, e rei rei rei rou rou.





Se eu morrer na Sexta-feira 
Venha ver a minha caveira 
Se eu morrer e for pro céu 
Desço à terra de rapéu 



Se eu morrer com uma granada de mão 


Se eu morrer no acampamento 
Vou buscar o meu Sargento. 






Namorei uma garotinha
Ela veio me dizer
Pra cuidar desse bebê
Nem dinheiro eu tenho não 
Vou pagar dez flexões. 





O Fuzileiro! Fuzileiro! 
Fuzileiro eu sou!
Fuzileiro eu sou!
Foi o oficial de tiro! 
Fuzileiro eu sou!

Mas eu não sou daqui! 
Fuzileiro eu sou!
Fuzileiro eu sou!
Eu vim lá de cima! 
Fuzileiro eu sou !
Pra tocar o horror!
Fuzileiro eu sou! 






Lampião subiu o morro
Todos eles eram infantes

Lampião desceu a serra
Convidou moça donzela 
Pra dançar mulher rendeira!

Mas quando a noite chegou 
Não quiseram descansar 
Com quarenta cangaceiros 
Eles voltaram a quebrar! 





Olê mulher rendeira
Olê mulher rendá
Tu me ensina a fazer renda
Que eu te ensino a namorar

A noite é minha amiga
A lua minha companheira
Neste solo em que tu pisas
Eu patrulhei a noite inteira.






Escravos do pó 
Que vivem a rastejar






É cachaça e mulher!
É o soldado de serviço! 






Treme terra, treme terra
Estremece o Batalhão
É Infante e adora mulher
Ele faz deste amor a sua vida






É de melão, melão 
É de sabiá (tropa)

É de laranjeira
A morena é bonita
Namoradeira
É de sabiá (tropa)
Sapo não tem calcanhar
É de sabiá (tropa)
Tem mochiba pra criar
É de sabiá (tropa)

É de sabiá (tropa)






Chopp, chopp no verão 
Só faz bem ao coração 
Chopp, chopp no inverno 
Leva a vida pro inferno 







Avante sem parar
“V” de vitória
E também de vibração
Mostra nossa união! 







Andar de trem, é bem melhor
Se a inspetora se aborrecerá
Andar de trosk é melhorosk
Se a inspetorova se aborrecerovsk








Fui convidado para um forró lá em Pedreira
 E ele só tocava pisa na fulô
Pisa na fulô e não maltrata o meu amor
Eu vi menina que nem tinha 15 anos
Pisa na fulô mas não maltrata o meu amor.








Tomara que chova uma chuva bem fininha 
E molhe a cama dela e ela passe para minha
Tomara que chova até de madrugada
Tomara que chova amanhã o dia inteiro






Sou pé preto e não temo a ninguém 
Corro, deito, rolo e atiro muito bem 
Sou da arma que não entra quem quer 
Só quem pode já é tradição
Na infantaria quem cai, cai de pé






Eu quero me casar 
Mas não acho com quem
Não convém, não convém, mulher feia não convém


Eu quero me casar 
Mas não acho com quem
Não convém, não convém, mulher linda não convém


Eu quero me casar 
Mas não acho com quem
Não convém, não convém, mulher pobre não convém


Eu quero me casar 
Mas não acho com quem
Me convém, Me convém, mulher rica me convém







É carro choque em posição
Pra dispersar a multidão
É carro choque em movimento
Pra dispersar mau elemento
Dispersa, a multidão
Eu vou quebrar, alteração






Sou infante sou guerreiro 
Matador de guerrilheiro, 
Mas não sou assassino não 
Eu mato pela profissão

Vaca berra e pinto pia 
É com vontade de falar 
O infante quando fala 
A vontade é de matar

Essa vida é para todos 
Que se faz acreditar 
Que a infantaria rala 
Para o seu bem salutar

E na lama que atola
E hoje posso desfrutar 
Como infante varonil 
Defendendo este Brasil. 







Eu namoro uma mulher
Não tem carne é só gordura 

Nunca vi coisa mais feia
Já ganhou 200 prêmios
Em concurso de feiura
Ai meu Deus eu me arrependo
Ou se pago até morrer.







Vou contar, vou contar

O coturno do sargento 
Você sabe como é
Que nunca cria chulé 
Passa dois dias na água 
Não molha o dedão do pé

O coturno do aluno (Sd) 
As vezes não tem cadarço 
É desses coturnos ruim 
Desses cavalo de aço 
Cada passada que dá
Da sola larga um pedaço

O salário do sargento 
Você sabe como é 
É desses salários alto
Ainda gasta com a mulher

O salário do aluno (Sd) você sabe como é 
É desses salário baixo
E ainda anda à pé 







Eu vou marchando entre campos e selvas 
Subir montanha, atirar de canhão
Meu capacete e granada de mão
Sou um aluno (Sd) estou pronto para a guerra 

Eu canto e grito de novo 

Vou defender minha nação

Meu treinamento que nunca se encerra 
Vou deslizando no comando craw 
Falsa baiana estou pronto pra guerra
Em bandoleira conduzo este FAL 
A Infantaria é uma arma de fogo 
E, faz arder meu coração    


Esta canção retrata a história
Estou falando da Infantaria
Monte Castelo sem hesitação 






 É pau é pedra é osso duro de roer

A infantaria que ataca e massacra prá valer
Na terra
O dedo no gatilho
Perigo e alegria
O sangue pela pátria







Hoje a noite eu vou sair
Eu quero que esteja de moral no chão






Ou quebra - quebra gabiroba (guia) 
Quero ver quebrar (tropa)



Esta noite eu tive um sonho (guia) 
Quero ver quebrar (tropa) 
Um sonho muito engraçado (guia)  
Quero ver quebrar (tropa) 
Eu sonhei que era um (guia) 
Rei Quero ver quebrar (tropa) 

E Santa Maria era o meu reinado (guia) 
Quero ver quebrar (tropa) 


Ai vem a lua nascendo (guia)  
Quero ver quebrar (tropa) 
Por traz da bananeira (guia)  
Quero ver quebrar (tropa) 
Não é lua não é nada (guia)  
Quero ver quebrar (tropa) 
É a bandeira Brasileira (guia)  
Quero ver quebrar (tropa) 









Tenente (ou mais antigo) ?
E porque é que você quer saber 
Meu ideal é ser um campeão
Como voluntário eu vim para o EB 
E juz a ele tenho que fazer 
Sentimos muito orgulho de você. 







A tropa avança,
Brasil acima de tudo. 







Quando eu vim para o quartel 
Não tinha disposição
Então na infa eu vim servir 
E infante eu me tornei 
Para ser de infantaria







Preparar, levantar, enganchar 
Verificar equipamento sem vacilar 
Gancho, pino, fita, capacete, jugular 
Queixeira, caixa de abertura







O! O! O!... Onde esta tropa for eu vou
Essa turma de soldados não vive na solidão







Ri mulherada, mulherada ri
Chora mulherada, mulherada chora
Vai chegando, vai chegando 
Com moral e vibração







Um certo dia eu incorporei
Cabelos longos nunca imaginei
Em ser soldado nesta guarnição 
Mais desta vida nunca esquecerei 
O nosso estágio e a nossa vibração 
Os camaradas que eu encontrei







Eu queria estar agora
Tomando uma coca-cola 
Ou um chopp geladinho

Mas como tudo nesta vida 
É prá dar moral a gente 
Faço esta corridinha







Valha -me nossa senhora 
Hoje o mundo tá de azar 
No dia em que amanheço 
Com vontade de vibrar 



Faço padre rezar missa 
Sacristão benzer o altar 
O sargento acredite



Quando pego o meu fuzil 
E começo a vibrar 
Defuntos saem das covas


Passo manteiga no espeto 
Pego curisco com a mão 
Franguçu é meu cavalo 
Cascavel meu cinturão 








Ei ! você que está olhando 
Com o corpo arrepiado
Venha para a INFANTARIA
A servir nossa nação 







Corridinha mixuruca
Que não dá nem pra cansar
Nesse passo, nesse passo
Voltas ao mundo eu quero dar

Fraco é a vovozinha
Agente corre o dia inteiro 
E não se cansa de correr.







Eu vou correndo, vou correndo 
E vou enchendo o meu pulmão 
O coração bate contente







Um dia um boina verde ouviu de um PQD 
Você é pé de cão não usa nem brevê
Um é pelo alto o outro é pelo chão 
Todos defendendo a mesma nação 






A árvore da montanha OLÊ, OLÊ,OLÁ 
Essa árvore tem um galho
AI, AI, AI que amor de ninho 
Nesse ninho tem um ovo 
Ovo de urubuzinho
Todos eles sentem frio
Levando comigo o meu fuzil
Sou guerreiro de selva, combatente do brasil 







Clara Maria mandou me perguntar 
Cadê o meu brevê que você ia me dar 
Eu disse a ela prá não se preocupar 
Eu estou aqui ralando







Todo guerreiro tem no peito uma onça 
Que ele carrega em cima do coração 
Essa onça vale mais que ouro
E com ele vou pagar 







CHÔ CHUÁ cada macaco no seu galho 
CHÔ CHUÁ eu não me canso de falar 
CHÔ CHUÁ o meu lugar é na Amazônia 
CHÔ CHUÁ e é prá lá que eu vou voltar 







A pior coisa do mundo
Os pneus se deslizando
Atola o pé motorista 







A pior coisa do mundo
Dentro de um coletivo
O carro já embalado






Avante... oh fuzileiro!
 E estilhaço a sibilar
É a pátria que chama a lutar.

Tenho a força do urso 
E a coragem do leão 
Olhos de lince 
Veneno de escorpião
Em minhas veias correm sangue frio como gelo 
Somos indiferente a qualquer fustigação
Não sentimos cansaço nem do corpo e nem da mente 
Aqui na la Cia só temos combatente
E podem preparar nossas onças de metal







Amanhecia
Meu pelotão estava ali três dias
Ensaiamos de noite e de dia
O grupo de assalto assaltou
Lá vem, lá vem,
Pra mira do meu para-fal. 







Eu vou contar a todos
Sua lâmina era mortal 
E ninguém jamais 
Poderá dizer







A nossa Amazônia é ruim de invadir
É tropa de elite, você pode botar fé
Tem que ter disposição
Limpe o seu fuzil 
Amole seu facão
Senão você fica na mão
E sempre lembrando de nossa oração:
Senhor!
Sobrepujai todos os vossos oponentes
Tivermos que perecer, ó Deus







Vou contar uma história,
Patrulha congelar, patrulha congelou
Desgraçado, guerreiro mata assim







Há muito tempo quando ainda sonhava 
Uma voz veio me dizer
Eu não sei o que está pensando 
E eu não quero nem saber
Mas não serve qualquer oncinha 
Essa parece até religião
Pois só quem usa está onça 
É que acredita na Nação. 







Cum cuaiconi moninê moniná
Cum cuaiconi moninê moniná
Eila / Eila xena
Fui numa missão lá na África do Sul
Correndo com a tropa ele cantava essa canção 
Gaba gaba gaba, gaba gaba iô ô







É, pois é, não vem que não tem


É, pois é, não vem que não tem

O muro de Berlim eu saltei sem dar impulso 
Eu torci o braço do Johny Bruce
Dei tanta pernada que até hoje o homem cai 


É, pois é, não vem que não tem
Matei um touro na Espanha com um soco supersônico 
Tive pena de bater no homem biônico


Briguei com um lobisomem e nem me arranhei
É, pois é, não vem que não tem


Se você é bom de briga pode crer que eu sou também 
Você diz que bateu em dez, eu bati em mais de cem 













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